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O Rito, o Ritual e os Rituais

✍️ Desconhecido 📅 29/01/2024 👁️ 5 Leituras

rito, ritos e rituais

Conceitos de Rito e o de Ritual, aplicados à realidade da “Craft” inglesa e aos seus sistemas de Trabalho

As noções mais comuns, quer de rito quer de ritual, podem apresentar uma maior simplicidade de explicação e de entendimento do que aquelas noções que muitas vezes se apresentam num contexto meramente maçónico, em especial, quando se tenta extrair e de algum modo sistematizar estes conceitos à luz das múltiplas realidades e práticas maçónicas.

Se colocarmos como ponto de partida a determinação dos conceitos de rito e ritual, como iremos verificar, no Collins Dictionary é-nos apresentada uma determinada definição de rito que remete para a ideia de cerimonial:

Um rito é uma cerimónia tradicional realizada por um determinado grupo ou dentro de uma determinada sociedade”.

Por sua vez, quanto ao termo ritual, é apresentada ainda no mesmo dicionário, uma definição que aponta para um conceito um pouco diverso, “Um ritual é um serviço religioso ou outra cerimónia que envolve uma série de ações realizadas numa fixa ordem[1] ; enquanto no Larousse, podemos encontrar uma versão neste mesmo sentido, isto é, “conjunto de atos, palavras e objetos, estritamente codificados, baseados na crença na eficácia de entidades não humanas e adequados a situações específicas da existência[2].

No entanto, dando um passo mais adiante, podemos socorrer-nos, da definição de “cerimónia,” que o mesmo Collins Dictionary apresenta: “A cerimónia consiste em coisas especiais que são ditas e feitas em ocasiões muito formais.

Munidos destes conceitos, caso façamos um caminho indutivo, com início, portanto, no significado da palavra cerimónia, sabendo, como se viu, que esta consiste em certos dizeres e actos, que carregam um significado especial e que são realizados em ocasiões específicas e formais, e que à definição acima dada, acerca da palavra ritual, se conclui que estas cerimónias envolvem uma série de ações executadas de uma certa maneira, indiciando-se que terá que haver uma sequência de ações, uma série de movimentações cerimoniais, para que haja lugar a um ritual. Quanto ao rito é dito, como se viu, que este implica a realização de uma cerimónia com tradições, mas que é levada a cabo, por um grupo específico ou no seio de uma determinada sociedade, em particular.

Portanto quanto ao ritual, embora algumas definições se encostem em maior grau ao contexto religioso ou com base em crença de entidades não humanas, outras laicizam o conceito, uma vez que lhe fixam como objecto actos e palavras expressas em momentos em que se espera que haja uma assumida formalidade.

Como observamos, se o encadeamento do conceito de cerimónia e de ritual nos parecem óbvios, e determinam uma perfeita correspondência, já os conceitos de rito e ritual carecem de um entrosamento que possa ser mais óbvio. Sendo aparentemente a mesma coisa, pelo menos no sentido de que, quer um quer outro, implicam a realização de cerimónias, no entanto, no rito parece ser relevante a ligação destas cerimónias a um grupo particular ou uma específica sociedade, enquanto que no conceito de ritual, adquire lugar especial, a relação que se estabelece dessa cerimónia com a estrita obediência a uma dada ordem em todas as suas ações.

Em conclusão, enquanto na noção de rito parece estabelecer a conexão ao grupo, na definição de ritual o foco irá centrar-se no movimento que é conferido.

Do que até aqui se viu, quando nos propomos conjugar os conceitos de rito e ritual, isto é, quando a ideia de grupo ou sociedade em concreto, se liga com a execução de ações e palavras que são articuladas e organizadas em ocasiões formais, aproximamo-nos instintivamente mais da realidade maçónica que conhecemos, e passa a entender-se então melhor, o conceito de ritual e a sua conexão com o de rito, que nos é apresentada também na sua forma de adjetivo no dicionário Larousse, cuja definição nos parece agora a ser mais obvia: “Conforme aux rites, réglé par un rite” [3], significando portanto, que é respeitante ao rito e regulado por este.

Então, no que se refere às práticas maçónicas, o ritual parece consubstanciar-se em torno de algo, cujas práticas são reguladas por um rito. Para Mendes Pinto,

O Rito pode ser percepcionado, como um conjunto sistemático, estruturado, encadeado e homogéneo que é por sua vez regido por um Ritual, que encerra práticas regidas por regras, que vão formatando um modelo que é coeso no seu todo, e que vão pondo em ação o Rito a que respeita, imprimindo-lhe assim movimento e materializando as práticas cerimoniais que conformam e fixam padrões.”

(Paulo Mendes Pinto, 2020) [4].

Com isto, constituem cada um dos diferentes rituais dos graus, um conjunto de práticas e cerimónias providas de profundo significado simbólico, que implicam também a «sacralização ritual» destes actos cerimoniais, permitindo ao maçon ausentar-se do comum meio mundano, tido como «profano» ou «intruso à maçonaria», nos léxicos da generalidade dos ritos maçónicos, para aceder a um conhecimento gradual e progressivo através de uma linguagem simbólica, interpretativa e transformadora, quer do seu ser, quer da relação com os outros, e neste sentido, da própria realidade.

A propósito desta linguagem e talvez a propósito deste aspecto transformador da linguagem maçónica e da sua terminologia, vejamos o que diz a este propósito, Céline Bryon-Portet em particular quanto à função da linguagem ritual na Franco Maçonaria:

A Maçonaria cumpre uma função fática preponderante, para usar a terminologia que Roman Jakobson aplica à linguística. Porque embora seja verdade que atua neste nível de comunicação representado pelo conteúdo da mensagem, ao transmitir valores, atua principalmente ao nível das relações.

(Bryon-Portet, 2009) [5]

No entanto, se estas noções de Rito e Ritual parecem poder ser conformáveis com o que conhecemos do universo maçónico com a suas géneses no continente europeu ou americano, teremos de atender às particularidades das ilhas britânicas e da mais significativa corrente maçónica que estas originaram e que se veio a cristalizar, ao longo dos últimos séculos. De facto, a maçonaria inglesa lida com algumas noções e designações que parecem não coincidir, pelo menos na sua totalidade, com a conhecida sistematização da maçonaria continental e com as noções de rito e ritual aí adoptadas, bem como, noutras geografias.

Esta simplificação e este quadro mental de noções pré-estabelecidas pelo vulgar observador externo à maçonaria inglesa, sendo, decerto, conveniente em termos de sistematização e comparação, é, definitivamente, redutor quando aplicado à realidade inglesa. Para que possamos melhor entender faremos agora uma sucinta apresentação da realidade maçónica inglesa e em concomitância, um exercício comparativo entre os dois sistemas maçónicos, isto é, o inglês e o continental.

Podemos observar, numa abordagem de Felipe Côrte Real, como se manifestam estas duas diferentes realidades e como se dá conta desta dificuldade. Assim, num sugestivo artigo com o título, «Poking The Beehive: Is There An “English Rite”?» (Espicaçando a Colmeia: Existe um Rito Inglês?), Corte Real reflete, de algum modo, sobre as acantonadas visões sobre este tema, começando por afirmar que: “a noção de rito é realmente cara à maioria dos maçons porque facilita as coisas. De qualquer modo, essa noção pode ser uma armadilha quando estamos buscando entender um sistema maçónico específico, diferente daqueles que conhecemos”. O autor junta a este pensamento a sua vivência directa: “a pesquisa e a minha experiência “etnográfica” amadora na Inglaterra levaram-me a entender que o que existe neste país é um sistema de maçonaria. Esse sistema abriga ritos e ordens, mas sendo uma exorbitância chamar de rito o conjunto da maçonaria inglesa”. O autor irá, ainda, nesse artigo [6], contemporizar com a inadequada abordagem do passado, apontando o caminho de pesquisa da realidade maçónica inglesa, que merece uma concorrência de várias ciências sociais para o seu estudo:

“Todavia, não critico os esforços feitos no passado de propagar o sistema inglês chamando-o de rito. Hughan e outros fizeram um trabalho fantástico “traduzindo” como eram conduzidos na Inglaterra a passagem dos graus, além de outros aspectos da maçonaria simbólica. Ainda assim, desde então, os estudos maçónicos cresceram em importância, escopo e complexidade. Já é hora de nós pesquisadores, amadores e profissionais, sermos mais cuidadosos com as especificidades da maçonaria. Ao mesmo tempo, as ferramentas oferecidas pela teoria (das humanidades e ciências sociais) podem ser utilizadas para entender este fenómeno que está longe de ser um “nicho” ou somente do interesse dos maçons.”

(Real, 2019,
The Two Crafts: History and Freemasonry,
Pocking the Beehive)

Um pequeno salto dentro do percurso evolutivo e da sua história, irá permitir-nos ver que o que conhecemos do conjunto geral de práticas maçónicas no seio da Grande Loja Unida da Inglaterra, foi estabelecido e veio a cristalizar-se em resultado da união das duas grandes lojas inglesas em 1813, após um longo período de antagonismo militante. A defesa acantonada destes caminhos rituais distintos, durou várias décadas com início anterior à própria criação da primeira grande loja, a chamada Grande Loja dos “Modernos”, em 1717, tendo-se assistido ao agrupar de uma outra corrente de diferente tradição e prática ritual, que se organizou em torno de uma segunda grande loja, que ficou conhecida pela Grande Loja dos Antigos, em 1751. Até ao final deste período de conflitualidade, que veio a ter o seu epílogo justamente em 1813, quando os dois duques e grão-mestres das duas grandes lojas, decidem por fim uni-las, assinando então, um acordo histórico, para a maçonaria inglesa e que veio estabelecer e consolidar os cânones das práticas rituais na G.L.U.I. até aos dias de hoje. Como referido por Mackey,

“Quando as duas Grandes Lojas antagónicas de Inglaterra, conhecidas como os «Antients» e os «Moderns», resolveram, em 1813, sob os respectivos Grão-Mestrados dos Duques de Kent e de Sussex, pôr fim a todas as diferenças e formar uma única e unida Grande Loja, estava previsto no quinto artigo deste ato de União, que cada um dos dois Grão-Mestres deveria indicar nove Mestres Maçons para se reunirem num lugar que fosse conveniente; e cada uma das partes abrisse uma loja justa e perfeita em num espaço separado, devendo eles dar e receber mutuamente e reciprocamente as obrigações de ambas as Fraternidades e sendo, assim, devida e igualmente iluminados em ambas as formas, eles devem ser autorizados e apoiados para manter em funções uma Loja, com a Carta Patente a ser-lhes outorgada, e a ter o nome de Loja de Reconciliação.”

(Mackey, 1884)

Portanto, no que à maçonaria de Inglaterra, e de resto, no caso de outras no quadro das ilhas britânicas, para que encontremos uma correspondência e enquadramento destas noções de rito ou de de ritual teremos que tentar estabelecer uma correspondência, ainda que numa grosseira aproximação, com as designações de «Craft» para o primeiro e de «Workings» ou «System of Workings» para o que designamos usualmente como ritual.

Sabendo, então, que aquela maçonaria praticada sob a égide da Loja Unida de Inglaterra, se designa a si própria como «The Craft», numa acepção literal, o «Ofício» ou a «Arte», pode revelar-se em duas dimensões distintas, sendo uma mais lata e outra que podemos delimitar mais rigorosamente.

É então perceptível, desde logo, que este termo pode assumir uma abrangência, que tende a integrar não apenas o que designaríamos por Ordem maçónica inglesa mas, também, parece por vezes abarcar uma comunidade de valores e matrizes maçónicas e de práticas rituais comuns ou com grande identidade e semelhança entre si, e que tende a corresponder ao que designamos, normalmente, por “Rito”. Neste sentido, neste abarcamento, o termo Craft parece sintetizar a ideia de «Arte ou Ofício» no seu todo, isto é, com a sua presente e material realidade de maçonaria especulativa, os seus modelos e padrões rituais que transportam a sua substancial herança histórica matricial. Apresenta-se, portanto, com um espectro e uma latitude cujo conceito aparenta abarcar tanto entidades incorpóreas como sejam a própria herança operativa da moderna maçonaria especulativa inglesa, integrando como se disse, entidades mais tangíveis, como aquele que conhecemos como correspondendo ao de Potência ou a Ordem maçónica ou seja, o conjunto da própria Grande Loja Unida de Inglaterra, do conjunto das suas lojas e maçons e ainda, todas as suas práticas rituais, mesmo sabendo-se que não são uniformes e, por isso, se dividem em vários «sistemas de trabalho».

Numa concepção mais restrita a Craft poderá corresponder ao que poderíamos designar normalmente e apenas por Rito, consistindo e consubstanciando os tais padrões e matrizes que sustentam todos os sistemas de trabalhos maçónicos ou seja, os “workings” ou “systems of working” constituídos no seu seio.

Sendo, portanto, nestes trabalhos ou sistemas de trabalho que diferem relativamente pouco entre si, que encontramos a correspondência para o conceito de ritual. No seu conjunto, compreendem práticas rituais distintas, individualizadas e autónomas dentro da maçonaria inglesa, isto é, dentro da “Craft”, obedecendo ao seu próprio «ritual».

Para além das fronteiras geográficas das ilhas britânicas, é possível observar a dificuldade em dar uma designação a este sistema integrado de valores maçónicos e de trabalhos rituais ali praticados, que se tende a designar por Rito. Estas dificuldades são patentes no modo como constatamos que é por vezes apelidado quer por «Rito Inominado», ou como Rito de York, embora não corresponda ao original e extinto «Rito de York» que tem designado o rito praticado nas lojas da Grande Loja dos Antigos, sendo, por vezes, apelidado de «rito da Reconciliação», designação que herda da primitiva loja com o mesmo nome [7], e que teve como função primordial a unificação dos dois ritos, logo após a união das duas grandes lojas inglesas em 1813. Existe ainda quem prefira designá-lo por Rito Inglês ou ainda, Rito Inglês Moderno. Tem sido usual também, designá-lo em algumas potências maçónicas, como Rito de Emulação, tomando-se este nome de um entre os muitos sistemas de trabalho existentes dentro da Craft, sendo de resto o de maior expressão e prática dentro da Craft, mas assumindo toda a completude da Craft , embora na sua dimensão mais restrita acima mencionada.

Note-se que contexto inglês, o que corresponde a uma primeira e original noção que temos de Ritual, é na origem, tido como um sistema de trabalhos, ou seja, os «workings», dentro do conjunto da Craft, como podemos verificar com alguns exemplos do Quadro 1 (um). As diferenças entre estes «Trabalhos» são mínimas porque resultam apenas de particularidades e liberdades ritualísticas que se consolidaram antes do definitivo trabalho de unificação da Loja de Reconciliação após o Ato de União em 1813, que uniu os «Antients» e os «Moderns» num Rito único, e que a partir desta loja inicia o trabalho de uniformização ritualística por toda a «Craft inglesa».

ALGUNS EXEMPLOS DE «SYSTEM OF WORKINGS»
IDENTIFICADOS NA «CRAFT INGLESA».
Bristol  Bristol and Humber Britania Bury
Carver Castel Claret Emulation
English Exeter Humber Logic
Metropolitan Merchand Navy Montegomerian Nigerian
Oxford Perfect Plymouth Revised
Ritus Oxonienis Stability Sussex Taylor
Unanimity Universal Veritas West End
York

QUADRO 1 – Lista de alguns dos «Workings» do Rito Inglês. (M. Gandoff, 2017) [8]

Para perceber melhor uma das razões destas diferenças no que concerne às práticas rituais dentro da Craft, atente-se na leitura do artigo 155 das Constituições da United Lodge of England, que, certamente, ajudará a explicar porque é que depois do “Union Act” que juntou as duas grandes lojas Inglesas e porque é que apesar do esforço de uniformização, o princípio adoptado de recorrer apenas à memória e à oralidade na divulgação e na instrução do novo rito daí nascido, originou as inúmeras diferenças ritualísticas dentro do Rito Inglês Moderno. As razões destas diferenças ritualísticas poderão ser, de facto, encontradas nas Constituições [9] da UGLE que incorporam aquele preceito, que poderá explicar a relativa complacência histórica com as diferenciações das formas de trabalho encontradas: “A Loja pode regular seus próprios procedimentos 155. Os membros presentes em qualquer Loja devidamente convocada têm o direito indubitável de regulamentar seus próprios procedimentos, desde que sejam consistentes com as leis e regulamentos gerais da «Craft»; mas um protesto contra qualquer resolução ou procedimento, com base no fato de ser contrário às leis e usos da «Craft», e com o propósito de reclamar ou apelar a uma autoridade maçónica superior, poderá ser feito, e tal protesto deve ser inserido no Livro de Atas, se o Irmão que realizar o protesto, assim o solicitar” (Constitutions of the Antient Fraternity of Fee and Accepted Masons under the United Grand Lodge of England , 2016).

Em conclusão, se nos dedicarmos ao exercício de aplicar os dois termos de divisão clássica rito e ritual, e o aplicarmos à realidade inglesa então, teríamos de considerar todos os sistemas de trabalho ingleses como sendo uma miríade de vários rituais, integrando cada um deles, o que já conhecemos como Craft. Por sua vez, e por mera facilidade, ter-se-ia de equiparar esta última entidade ao que, apenas por convenção, poderíamos chamar de Rito com a designação de Inglês Moderno ou com qualquer outra denominação apropriada. Fora da realidade maçónica da Craft inglesa, pode olhar-se para cada um destes sistemas de trabalho com suficiente autonomia para se constituírem como autênticos Ritos, quando adoptados e acolhidos noutras geografias, fora, portanto, da estrutura muito própria da «Craft». O que se pode dizer em ambos os casos, é que na prática, se estará a adoptar, o já convencionado, Rito Inglês ou Inglês Moderno, ainda que mantenham a sua designação original pela qual são denominados na origem e enquanto sistemas de trabalho ou «workings» originais da Craft, como é o caso da Emulation, ou Emulação, que é de todos aqueles sistemas de trabalho o de maior expressão e prática, quer dentro quer fora da Craft inglesa.

Manuel C. R. – Loja de Aperfeiçoamento da Emulação, nº165, no registo da GLLP/GLRP
27 de Janeiro de 2024

Notas

[1] Collins Dictionary, ritual. acedido a 11Set23, em https://www.collinsdictionary.com/pt/dictionary/english/ritual

[2] Dictionnaire de Français Larousse, rituel nom masculain acedido a 08Out23, em https://www.larousse.fr/dictionnaires/francais/rituel/69585 (tradução do autor)

[3] Dictionnaire de Français Larousse, rituel adj. acedido a 08Out23, em https://www.larousse.fr/dictionnaires/francais/rituel/69585 (tradução do autor)

[4] Citação de aula de Pós Graduação em estudo Maçónicos, Herança Espiritual, Filosófica e Simbólica, 2020.

[5] C Bryon-Portet, C. (2009), Le principe de triangulation dans les rites maçonniques, Un modèle de communication original et ses effets, p. 259-277 acedido a 18Nov23 em https://doi.org/10.4000/communication.25%3

[6] Corte Real, F., The Two Crafts: History and Freemasonry, Poking The Beehive, acedido em 20Out23 em https://thetwocraftscom.wordpress.com/2019/04/14/poking-the-beehive-is-there-an-english-rite-part-v-final/

[7] Mackey A.G., An Encyclopaedia of Freemasonry and Its kindred Sciences, «Reconciliation Lodge of Improvement», p. 63 A compilation of © Phoenix E-Books UK

[8] Quadro do autor a partir de dados recolhidos em M. Gandoff, 2017, Over 300 Years of Masonic Ritual, p. 205

[9] United Grand Lodge of England, (2016) Artigo 155, das Constitutions of the Antient Fraternity of Fee and Accepted Masons under the, Londres, p. 76 (Tradução do autor a partir de Google Tradutor, https://translate.google.com)

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