Galileu e o tempo
Do muito material que me vai chegando, seleccionei para hoje uma pequeníssima historieta, de autor desconhecido, que atribui a Galileu uma sábia resposta, qu...
Aquilo que nos foi legado, o fio condutor que atravessa as eras e conecta o presente ao passado mais remoto, é a própria espinha dorsal de nossa Ordem. Não se trata de uma mera compilação de ritos ou preceitos antigos, mas sim de uma corrente viva de sabedoria, valores e experiências acumuladas pela humanidade e refinadas ao longo de milênios. É a herança imaterial que define nossa identidade, forjada nas forjas do tempo, desde os construtores operacionais que levantaram catedrais até os pensadores que buscaram a luz nas escolas de mistério. Essa transmissão ininterrupta de conhecimento, moral e simbolismo é o que garante a perenidade de nossos princípios, assegurando que as verdades eternas, vestidas em alegorias e ensinamentos, possam continuar a guiar os passos dos homens de boa vontade. É um pacto silencioso com o tempo, uma promessa de fidelidade aos que nos precederam e um compromisso com os que virão, mantendo acesa a chama do ideal maçônico.
No interior do Templo, essa essência se manifesta em cada gesto, em cada palavra ritualística, em cada símbolo gravado nas paredes e mobiliários. Ela é o alicerce sobre o qual se ergue nossa prática diária, desde a abertura dos trabalhos até o seu encerramento, permeando os graus e as instruções que nos são confiadas. É por meio dela que compreendemos o propósito de nossas cerimônias, a profundidade de nossos juramentos e a universalidade de nossa irmandade. Longe de ser uma simples repetição mecânica, é um convite constante à reflexão, à interpretação pessoal e à aplicação prática dos ensinamentos em nossa vida profana e maçônica. Cada Obreiro, ao internalizar e viver esses princípios, torna-se um elo vital nessa corrente inquebrantável, contribuindo para a sua preservação e vitalidade, e garantindo que o espírito que anima a Loja continue a inspirar a construção de um mundo mais justo, fraterno e iluminado.
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Pois é, o texto publicado na sexta-feira pelo JPSetúbal recordou-me a nossa (da Loja Mestre Affonso Domingues) tradição privativa do mês de Maio. É assim:Enc...
Costumo invocar com frequência a noção de que o Mestre maçon deve considerar-se um eterno Aprendiz, se quer ser digno de ser considerado Mestre.Também me rel...
No texto Pela Inês!, mencionei que várias Lojas maçónicas da GLLP/GLRP vão recorrer aos seus Troncos da Viúva para auxiliar nas despesas com a viagem e trans...
O processo de tomada de decisão em Loja não tem necessariamente os mesmos trâmites e parâmetros da vida de relação em sociedade. Claro que, quando a decisão ...
Tem sido designio do actual Veneravel Mestre que se compile o espolio da Loja e que se faça a História da Loja. Ha dois dias fui finalmente ao sitio onde ti...
Os comentários ao texto Interstício levam-me a alterar o que tinha programado para hoje. Uma espécie de "arrumar de casa" antes de me ausentar...O simple...
O JPSetúbal já ontem, no seu texto Dia de Festa fez breves referências aos eventos relacionados com a Loja Mestre Affonso Domingues ocorridos no passado sába...
O Muito Respeitável Grão-Mestre da GLLP/GLRP solicitou aos Irmãos da Obediência que procurassem reflectir e elaborar trabalhos sobre a temática do ambiente. ...
Já aqui no A Partir Pedra deixei referenciada a indispensabilidade do uso, pelo maçon, em Loja, do avental e de luvas brancas. Mas não basta o uso destes ace...
Em reunião de Loja ou de Grande Loja, os maçons usam sempre luvas brancas. Pode-se dizer que o uso de avental e de luvas brancas é a marca distintiva dos maç...