'O COMPORTAMENTO DO MAÇOM DENTRO E FORA DO TEMPLO':
INTRODUÇÃO O tema “O COMPORTAMENTO DO MAÇOM DENTRO E FORA DO TEMPLO” está intrinsecamente relacionado aos princípios de nossa Sublime Ordem que pr...
Desde os mais remotos tempos, a busca por uma ordem que distribua a cada um o que lhe é devido tem sido um pilar fundamental da civilização humana. Nas antigas culturas, ela era frequentemente personificada por divindades, guardiãs do equilíbrio cósmico e da retidão moral, essenciais para a coesão social e para a prevenção do caos. Filósofos e legisladores, ao longo das eras, debruçaram-se sobre seus princípios, procurando codificar leis que refletissem a imparcialidade e a equidade, buscando a verdade objetiva e a ponderação de todas as partes envolvidas. Não é meramente a aplicação fria da lei, mas a incessante aspiração por um estado de harmonia onde os direitos e deveres sejam mutuamente reconhecidos e respeitados, um ideal que atravessa a história da humanidade como um farol de retidão e probidade, fundamental para a manutenção da paz e da ordem em qualquer sociedade que se preze, garantindo a solidez de suas estruturas e a dignidade de seus membros.
Dentro dos augustos limites da Loja, este conceito sublime transcende a mera teoria, tornando-se uma prática constante e um guia para a conduta de todo Irmão. Ele se manifesta na simbologia do Esquadro, que nos lembra da retidão de nossos atos e da equidade em nossos julgamentos, exigindo que nossas ações sejam sempre pautadas pela honestidade e pela imparcialidade. É a bússola moral que orienta as deliberações, as eleições e as interações fraternas, assegurando que cada voz seja ouvida e cada decisão tomada com a mais profunda consideração pelo bem comum e pelo respeito individual. Para o Maçom, a prática deste ideal não se restringe ao templo, mas estende-se ao mundo profano, influenciando sua postura na família, na comunidade e na sociedade, fazendo dele um agente de equilíbrio e probidade, um construtor de uma sociedade mais justa e harmoniosa, alinhada com os mais elevados princípios da Ordem. A busca incessante por tal equilíbrio é, em essência, o trabalho diário do Maçom, um constante aprimoramento de si mesmo em prol da Fraternidade universal.
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A representação gráfica do QUATRO, a tétrade, a forma geométrica que, segundo os pitagóricos, representa este número, obtém-se pela forma ilustrada pela ima...
Julga-se que Pitágoras nasceu em 570 a. C., em Samos, uma ilha grega no mar Egeu e morreu em Metaponto, uma cidade do sueste de Itália colonizada por gregos,...
Li recentemente o seguinte comentário: «é por certo o grande mal da Maçonaria, ser tão restritiva e selectiva na escolha dos seus “Irmãos”». Este comentário ...
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O quarto Grão-Mestre da GLLP/GLRP foi Alberto Trovão do Rosário. Exerceu o ofício entre 2004 e 2007.Antes disso, tinha sido, em 2001, com José Manuel Anes, ...
Ao longo dos quase vinte anos que tenho da Loja Mestre Affonso Domingues, conheci umas centenas de Irmãos. Com alguns forjei laços de amizade. Com outros, co...
O terceiro Grão-Mestre da GLLP/GLRP foi José Manuel Morais Anes. Exerceu essas funções entre 2001 e 2004. Coube-lhe assumir a tarefa da retomada da normalida...
Raramente publico aqui no blogue textos que não são escritos por mim. Mas toda a regra tem exceções, quando as exceções o justificam. É o caso do texto que a...
Hoje, resolvi elevar a qualidade deste blogue até ao nível que os seus leitores merecem e, obviamente com a devida e indispensável autorização do seu autor, ...