O fim da infância
Os minutos seguintes foram dos mais complicados da história da Loja. Quase 40 Homens adultos nos braços uns do outros – não importava que caminho tinham vot...
A designação em questão, tão central à nossa Ordem, carrega em si um peso etimológico e uma ressonância histórica profunda. Derivada do latim *venerabilis*, ela evoca a ideia de algo ou alguém digno de veneração, de reverência, de profundo respeito e até de um certo temor reverencial. Não se trata de uma mera formalidade ou de um título vazio, mas sim de uma qualificação que se atribui àqueles que, pela sua idade, pela sua experiência de vida, pela sua sabedoria acumulada e, sobretudo, pela sua conduta moral irrepreensível, se tornam faróis de virtude e exemplos a serem seguidos. Ao longo da história, em diversas culturas e tradições, a palavra sempre esteve associada a figuras de grande autoridade espiritual, moral ou intelectual, que demonstraram uma vida dedicada a princípios elevados e ao bem comum. No contexto da Maçonaria, ela transcende a simples cronologia para abraçar a maturidade do espírito, a profundidade do conhecimento dos mistérios da Arte e a firmeza na aplicação dos preceitos que nos guiam, representando uma vida de dedicação à construção do Templo interior e exterior, um verdadeiro emblema da virtude e do saber maçônico.
No seio da Loja, a aplicação prática desta dignidade assume um papel fulcral e insubstituível. Aquele que a ostenta não é apenas o presidente dos trabalhos, mas o coração pulsante da oficina, o guardião das tradições, o zelador dos Antigos Limites e o intérprete dos nossos rituais e símbolos. A ele compete a tarefa sublime de conduzir os Irmãos nos caminhos da Luz, de manter a harmonia e a concórdia entre todos, de assegurar que cada ação e cada palavra proferida ressoem com os mais puros ideais da Fraternidade e da Verdade. É uma posição de imensa responsabilidade, que exige não apenas conhecimento ritualístico e doutrinário, mas sobretudo prudência, equanimidade, paciência inesgotável e uma capacidade inabalável de exemplificar as virtudes que propomos. O respeito que lhe é devido não é uma homenagem à pessoa, mas sim ao cargo que representa, à sabedoria que encarna e à autoridade moral que emana da própria Ordem. Ele é o ponto de união, o centro de gravidade que assegura a estabilidade e o progresso da Loja, inspirando cada Irmão a buscar a sua própria elevação moral e espiritual, refletindo a Luz que emana do Oriente para iluminar os trabalhos e as vidas de todos.
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Com a devida desculpa de nao publicar com maior intervalo mas terei amanha segunda feira uma quase total impossibilidade de o faze. Por isso aqui fica a 3º e...
Continuo hoje a publicação do texto sobre o meu Veneralato. Sábado 7 de Dezembro de 1996.Nessa madrugada (noite de sexta para sábado) pelas 3h um grupo de me...
Começo aqui a publicação das minhas memórias. O texto pelo seu tamanho vai ser dividido em 3 e diz respeito ao ano do meu Veneralato. Não entrarei em detalhe...
O sétimo Venerável Mestre foi eleito em Julho de 1996 e foi instalado em Setembro do mesmo ano, com grande expectativa e grandes esperanças da Loja. Era um ...
É assim! Às vezes não resisto a deixar solto o meu mau feitio! O JPSetúbal intitula um texto de 14 de Julho? O meu mau feitio manda-me intitular um de uma se...
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Exposto no vestiário do Templo da Respeitável Loja Rigor, n.º 57, encontra-se um quadro com o texto que a seguir aqui transcrevo. Um dos fundadores da respe...
Tenho vindo nas últimas sessões da minha Loja a desempenhar um cargo que me tem dado um prazer muito grande. O de Organista ou Mestre da Coluna da Harmonia.A...
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O Venerável Mestre no período entre Setembro de 1993 e Setembro de 1994 foi Ilídio P. C..Foi o homem certo na altura certa. A Loja aprendera a trabalhar em c...
No texto sobre o mandato do terceiro Venerável Mestre, fiz, a dado passo, referência ao ofício de Mestre de Cerimónias. Tendo sempre presente que este blogue...