O vento canta!
Esta historieta - que, como habitualmente, recebi por correio eletrónico e de que desconheço quem seja o autor - parece-me particularmente adequada para os d...
A narrativa que se desenrola através do tempo, meticulosamente preservada e transmitida de geração em geração, constitui o alicerce fundamental sobre o qual toda a compreensão é erguida. Ela abrange a vasta tapeçaria das civilizações, a ascensão e queda de impérios, as correntes filosóficas que moldaram o pensamento humano e os empreendimentos práticos que impulsionaram o progresso da sociedade. Para nossa venerável instituição, este registro é de uma sacralidade particular, traçando sua linhagem desde os antigos mistérios e as guildas operativas até a fraternidade especulativa que hoje cultivamos. Ele narra os princípios basilares estabelecidos por sábios da antiguidade, as alegorias e símbolos herdados de mestres construtores, e a evolução gradual de nossos rituais e marcos. Este imenso repositório de experiências passadas não é meramente uma coleção de datas ou eventos, mas um testemunho vivo da aspiração humana, da colaboração e da perene busca por luz e conhecimento, revelando a origem de nossa arquitetura moral, a fonte de nossas lições atemporais e a continuidade de uma tradição que, adaptando-se, sobreviveu às vicissitudes do tempo, preservando sua essência. É o próprio tecido de nossa identidade, informando quem somos ao revelar de onde viemos.
Dentro dos sagrados recintos da Loja, esta profunda compreensão daquilo que transcorreu assume uma significância prática e vital. Ela serve como um guia indispensável para cada Irmão, iluminando o significado profundo incrustado em cada movimento ritualístico, em cada símbolo exibido e em cada palavra proferida. Longe de ser uma árida busca acadêmica, o estudo de nossa jornada institucional provê o contexto essencial para nosso desenvolvimento moral e espiritual, ensinando-nos prudência através dos êxitos e dos erros daqueles que nos precederam. Fomenta um senso de responsabilidade inabalável em preservar a integridade de nossos antigos costumes e tradições, assegurando que a luz transmitida através dos séculos permaneça inextinguível para as gerações futuras. Ao compreender os fundamentos sobre os quais nossa Arte foi erguida, estamos mais aptos a edificar sobre eles, a aplicar as lições atemporais aos desafios contemporâneos e a contribuir significativamente para o trabalho contínuo de aperfeiçoamento pessoal e serviço à humanidade. Recorda-nos que não somos indivíduos isolados, mas elos integrantes de uma grande corrente, encarregados de perpetuar um legado de fraternidade, socorro e verdade, alicerçado na sabedoria dos tempos.
Esta historieta - que, como habitualmente, recebi por correio eletrónico e de que desconheço quem seja o autor - parece-me particularmente adequada para os d...
Base VDas vogais átonas1.º O emprego do e e do i, assim como o do o e do u, em sílaba átona, regula-se fundamentalmente pela etimologia e por particularidade...
Ainda há uma semana fiz uma referência ao "estado da arte" em Portugal dos anos 50/60 do Séc.XX quando puxei o exemplo da garrafa de Coca-Cola no texto do di...
Sob o marcador genérico de "alegoria", tenho publicado algumas historietas que me enviam, geralmente de autor desconhecido, com que procuro ilustrar princí...
BASE IIIDA HOMOFONIA DE CERTOS GRAFEMAS CONSONÂNTICOS Dada a homofonia existente entre certos grafemas consonânticos, torna-se necessário diferençar os se...
BASE II DO H INICIAL E FINAL 1º) O h inicial emprega-se: a) Por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor. b) Em virtude da adoç...
É raro - mesmo muito raro! -o José Ruah cometer uma imprecisão quando escreve sobre Maçonaria. Aliás, é muito mais provável que desse defeito sofra muito mai...
(imagem de arquivo)...afinal chama-se Husky e não é um Alaskan Malamute mas sim um Husky Siberiano de grande porte, ver aqui .E como sei isto ? Fácil o dono...
Ontem fiz um comentário ao post do ZéRuah relativo à vitória do Nelson Évora em Pequim.Hoje chegou-me uma notícia da Lusa sobre o mesmo tema, mas na qual se ...
O dia do Maçon é essencialmente celebrado no Brasil a 20 de Agosto e já foi alvo de um post do Rui que pode ser lido aqui.Este ano um Irmão da GLLP mandou-me...
O Rui de férias, o Zé Ruah às aranhas com a “net” e o Verão em pleno. É altura de “postar” 2 estorinhas, uma enviada via e-mail, outra passada comigo. Aqui v...
Dois problemas há muito pairavam no meu espírito relativamente ao blogue. Um, o facto de a estrutura organizativa de um blogue enterrar nas profundezas do...