Freemason

Sobre as lojas (maçónicas) de estudos e pesquisas (II)

✍️ Desconhecido 📅 19/04/2025 👁️ 4 Leituras
The American Lodge of Research, estudos
The American Lodge of Research

Introdução

Este texto sucede e complementa o publicado por Pinheiro (2025). Por oportuno, 2 (duas) informações complementares: Iniciado em 26.07.10, em 2025 completarei 15 anos ininterruptos de Maçonaria, com passagens por 3 (três) Lojas Simbólicas, 2 (duas) de Estudos e Pesquisas e, em meio a esta trajectória, experienciei 2 (dois) Ritos (o Escocês Antigo e Aceito [1] e, o Rectificado [2]) e os outros, os mais frequentes no Brasil, conheci através de visitação. Ademais, já há mais de 10 anos sou um académico aposentado, tendo actuado na Graduação e Pós-Graduação, entre outras, nas 3 (três) maiores Universidades do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Cabe esclarecer, e de imediato, que a referência directa e objectiva ao meu lugar de fala não encerra, de forma subliminar ou oculta (como se isto fosse possível), o auto-reconhecimento à condição de “autoridade” e tampouco que a minha (pretensa) contribuição intelectual tenha objectivos prescritivos-normativos, entendimentos e condutas que após o sequestro e a distorção de significado da expressão [3] (lugar de fala) pela cultura woke, há indícios que já esteja disseminado também por entre os maçons, algo francamente perceptível em alguns grupos de WhatsApp. A propósito, conforme esclarecido no primeiro volume desta série, toda exposição (texto) é antes e acima de tudo um convite à reflexão dos leitores, bem como encontra-se permanentemente aberta à disputa. Assim, ao trazer estas declarações, o objectivo não poderia ser outro que não o de esclarecer ao leitor que, sim, eu não só tenho (pelo menos algum) conhecimento de causa, bem como envolvimento directo com a matéria em foco. Por derradeiro, como todo académico, fui forjado num ambiente de construção a partir da liberdade, do questionamento e da crítica às ideias, às obras, não aos construtores, o que não significa que, circunstancialmente, as atitudes e os comportamentos de alguns não sejam merecedores de apreciação crítica.

Ademais, este esclarecimento é também uma justificativa metodológica, pois as barreiras levantadas à pesquisa (Pinheiro, op. cit.) não deixam muitas alternativas senão lançar mão à bibliografia (estratégia largamente predominante na Ordem), aos dados secundários, às metanálises e/ou aos relatos de experiências pessoais. E, se de um lado, essa última não raramente é a única alternativa metodológica que se apresenta; do outro, é também o seu “calcanhar de Aquiles”, pois de raso estão comprometidos os propósitos no sentido à generalização, condição que, então, é levantada pelos que, na maioria vezes, independentemente das razões e motivos arrolados, aprioristicamente já se colocam contrários ao(s) posicionamento(s) assumido(s) na matéria e, por isto, trabalham para desqualificá-los e invalidá-lo(s). Ora, a submissão na forma de auto censura em resposta às tentativas de invalidação implica em não levar à comunidade de interesse e mesmo “ao mundo”, determinados assuntos e eventos, restando, assim, o absoluto silêncio, o que significa dizer o estado de ignorância sobre questões, quiçá, relevantes ou mesmo incomodas. Ao romper este ciclo o autor alimenta a expectativa de que a sua empresa, per se, motive outros autores-pesquisadores, o que então poderia constituir a massa crítica necessária ao reconhecimento de que, se isolado cada caso trazido à luz não pode escapar ao questionamento e à dúvida de ser um ponto fora da curva, em conjunto podem constituir a materialidade e a forma de uma realidade que, até então oculta, não fora merecedora de atenção.

Curiosa e até paradoxalmente, a condição de ex-académico no seio maçónico, mesmo no ambiente das LEP, já por algumas vezes me trouxe desconforto, e imagino que talvez pela incompreensão daqueles que proferem, ipsis litteris ou com variações, expressões do tipo: “você não pode querer fazer aqui o que fazem lá [na Universidade]”; “nem todos são como você que gosta de ler, estudar”; entre outras do mesmo jaez. Ocorre que, queiram ou não, concordem ou não, os integrantes de toda aquela que se diz seguidora da Quatuor Coronati deve, então, seguir os seus passos – chega a ser uma conclusão tautológica – o que implica que os seus trabalhos devem ser conduzidos pelo que, por ora e em síntese, é denominado como “método científico”, expressão que de imediato evoca ao leitor esclarecido uma série de significados que, se não estiverem efectivamente presentes (nos trabalhos, e isto é evidente aos olhos treinados), e não há como concluir de outro modo: corresponde, por desconhecimento ou má fé (para induzir ao erro, à falsa crença), ao uso indevido da expressão, não raro para lograr credibilidade e prestígio junto ao público-alvo, pois tudo o que é revelado como académico e científico, de imediato é alçado a um nível superior, como que se verdade senão incontestável, que requer qualificação superior, ao do expositor, para ser contestada (Pasternak e Orsi, 2021); e como dos maçons se diz que são buscadores da verdade… A propósito, ainda que nem tudo possa ser submetido ao método científico, são tão amplas as possibilidades de estratégias metodológicas que, dificilmente, alguma temática no contexto da Maçonaria ficará a descoberto, ainda que nem sempre, conforme apontado, a melhor estratégia esteja ao alcance. De outra sorte, em qualquer circunstância, o próprio do método científico, frente ao caso concreto, pode ser merecedor de considerações e esclarecimentos prévios.

Dessarte, se ainda não estiverem presentes as condições mínimas necessárias, a prudência sugere que antes de se organizarem como LEP os precursores se constituam como Grupos ou Centros de Estudos Maçónicos, estágio intermediário e preparatório para a fase posterior que, por sua vez, pode iniciar com as condições mínimas, porém suficientes. E é natural e esperado, pelo modo como se constitui a Maçonaria, que uma LEP na sua primeira constituição (quadros, organização, procedimentos, etc.) se apresente ainda distante da Loja-Mãe-Inspiradora; mas a médio e longo prazo espera-se que seja dirigida à luz de um planeamento que a aproxime da sua referência: da selecção dos novos quadros à reunião dos recursos necessários à sua sustentabilidade com autonomia e independência intelectual, passando, é claro, pela organização interna (delimitação das áreas de actuação, linhas de pesquisa, etc.).

LEP – Elementos conceituais & estruturais (preliminares)

O meu interesse pela Ordem, enquanto leitor diletante, já era antigo; assim, quando dela me aproximei não foi difícil perceber a existência de um vasto campo à investigação que, simultaneamente, abrigava tanto o que em larga extensão se denomina como teoria, quanto, do mesmo modo, a prática das relações sociais no quotidiano. Não obstante, não precisou de muito tempo, ainda em Loja Simbólica (LS), para que eu viesse a enfrentar a dissonância cognitiva estabelecida a partir do choque entre as expectativas formadas a partir da leitura dos primeiros “textos oficiais” (Rituais, Instruções, Pranchas, Peças de Arquitectura e outros) e a realidade que à frente se desnudava, sobretudo porque a Ordem se propõe a ser uma Escola de Moral e a buscar a verdade [4], independentemente do significado que esta última expressão ocupe no imaginário de qualquer leitor – uma síntese dessas reflexões pode ser vista em Pinheiro (2021, 2023) [5]. Tanto o primeiro (ser uma Escola de Moral) quanto o segundo desiderato (buscar a verdade) implicam, s.m.j., na escolha de métodos de trabalho, no estabelecimento de práticas e rotinas alinhadas, entre outras iniciativas sob o escopo da Gestão, a começar pelos critérios de selecção dos novos membros que, por sua vez, se desdobram em orientação, supervisão, avaliação, feedback, retroalimentação do sistema então constituído, etc., tudo consoante ao Planeamento Geral da Loja (PGL). Para não me estender em demasia e repetir o que já foi analisado (Pinheiro, 2020), em síntese, no dia a dia das Lojas, de regra, tudo se passa como se os Rituais, em si mesmos, fossem auto-suficientes para atender, indistintamente às características individuais, a todas as necessidades de estudo e esclarecimento.

E no que tange às Lojas de Estudos e Pesquisas (LEP), os objectos destas reflexões, o quê dizer? É o que será visto a seguir, mas antes um recorte da fala do Irmão Luiz G. da Rocha, Secretário Geral Adjunto de Educação e Cultura do Grande Oriente do Brasil:

[…] destacou o palestrante falando sobre a educação maçónica, a sua preocupação com a limitada actuação de três importantes vertentes da cultura maçónica – as Lojas de Pesquisas, as Lojas Universitárias e as Academias Maçónicas de Letras. Segundo ele, as Lojas de Pesquisas não estão actuando conforme os seus objectivos primordiais, ou seja, não estão realizando pesquisas sobre a Maçonaria em geral. As Lojas Universitárias ao longo do tempo passaram a funcionar como lojas tradicionais […] (apud Leite, 2025)

À guisa de esclarecimento preliminar, sobre as Lojas Universitárias, que não se confundem com as LEP, vide, entre outros, Galdeano (2013).

Já quanto às LEP, é preciso evitar que por limitações da docência no âmbito das LS, elas não sejam meras acolhedoras dos que, por desencanto com a docência no simbolismo, as procurem em derradeiro esforço na busca por saberes maçónicos e, aceitos, venham a sofrer novo desencanto ao descobrirem que a missão precípua das LEP não é ensinar, mas antes gerar novos conhecimentos, colocar em dúvida o que aparentemente já está estabelecido, levantar questões (responder, mas antes perguntar), problematizar, etc. A lição e o ensino almejados pelo então neófito e desencantado já deveriam ter sido providos pelas LS (discussão orientada dos Rituais em geral, em especial as representações das progressões de Grau, mas também a arquitectura e a decoração internas à Loja, tudo complementado por consultas bibliográficas, participação em eventos, palestras, debates, etc.) que, então já nas LEP o constituiria (o neófito) como mais uma plataforma de lançamento em busca de novos conhecimentos. Neste contexto, o ensino, a difusão do conhecimento, seja na modalidade oral (presencial ou à distância), por escrito ou qualquer outro modal, é consequência, subproduto. Se quanto a esta delimitação não houver clareza, é bastante provável que as LEP, seguindo as LS, não produzam mais do que Peças de Arquitectura constituídas, na maioria das vezes, pela reunião de dados históricos de forma acrítica, colhidos em terceiros e/ou a partir de fontes secundárias; assim, no que refere à produção intelectual, praticamente não haveria diferenças entre um e outro tipo de Loja. É preciso ter claro que o papel de uma LEP no contexto do ecossistema maçónico, salvo decisão explícita em contrário (registrada nos Estatutos), não é o de suprir as lacunas deixadas pelas LS ou mesmo pelos Corpos dos Altos Graus, não é “fazer mais do mesmo”, mas antes gerar novos conhecimentos (e há muitas formas de fazê-lo), criar, inovar.

A decomposição dos termos da expressão – LEP – orienta a trajectória dos próximos passos (neste e nos próximos textos); assim, em primeiro lugar, interna corporis, ainda que guarde diferentes acepções, não há muito mais para acrescentar ao entendimento expresso pela denominação “Loja,” excepto, talvez, o facto de que ao contrário das LS, as LEP não necessitam de um Templo para as suas reuniões – a aurora de algumas evoca garagens, escritórios, cozinhas, galpões e outros espaços quase exóticos, o que, curiosamente, traz à reminiscência as tabernas aonde se reuniam os Operativos, mas também, cabe lembrar, nos salões das igrejas.

Já a palavra “estudo” é ampla o suficiente para cobrir quase tudo: desde as observações mais atentas e acuradas, até o debruçar sobre os principais tratados filosóficos, sem desconsideração às consultas na Wikipédia, ao google e também às ainda que eventuais, leituras mais substanciosas. Nestes termos, senão tudo, quase tudo pode e é então considerado como estudo, todos estão e a todo o momento estudando (ou pensando) alguma coisa, daí porque beira à deselegância o não reconhecimento dos esforços dos autores, independentemente do mérito dos trabalhos apresentados, embora o louvor, tácita ou explicitamente se estendam também a estes quando, de hábito, proferido pelo Orador ao término de uma sessão do REAA no âmbito das LS. Conforme já apreciado em Pinheiro (2023), se de um lado o elogio público é meritório, de outro, quando generalizado, pode provocar efeitos não desejados, perversos até. De outro lado, e recorrendo ao contraste como instrumento pedagógico, o estudo nas LEP tende a ser mais sistematizado, e se amplo, sem perder o foco orientado pelo problema de pesquisa, sempre à luz dos objectivos e da estratégia do investigador e, sobretudo, dotado de conteúdo analítico-crítico, quando então ressalta a genuína contribuição do autor. Portanto, quando possível, e em geral o é, o tema deve ser abordado a partir das suas múltiplas perspectivas, por exemplo:

  • reunindo e debatendo os argumentos a favor vis-à-vis os contrários (autores e obras) à disputa em apreço;
  • para evitar anacronismos e quando oportuno, situando a questão no seu contexto espácio-temporal, seja pela referência ao período de vida dos principais vultos citados, mas também pela identificação dos grandes marcos e eventos, sobretudo os reconhecidos como “divisores de água”, a partir dos quais se observam inflexões nos paradigmas, nos modos de pensamento, nos usos e costumes, etc. O que, de outro lado, não impede que o fenómeno seja apreciado com os olhos contemporâneos, com as ressalvas e as adequações se necessárias (oportunamente, através de exemplos, isto ficará mais claro); por fim, mas sem esgotar os procedimentos,
  • quando oportuno, apreciar as estratégias já utilizadas pelos pesquisadores que abordaram o assunto em tela pois, muitas vezes, o carácter inovador do trabalho consiste na abordagem inusitada.

No texto “O Legado de um Mestre” (Pinheiro, 2024), uma homenagem ao Irmão João José Pereira Moreira, a partir das Edições “Universum[6] eu realizei um escrutínio sobre o seu fecundo legado, e porque pertinente transcrevo trechos:

Em visão panorâmica observa-se o quão variadas foram as fontes do estudioso: no campo da Filosofia, dos Clássicos (Platão, Aristóteles) aos Modernos e Contemporâneos (F. Nietzsche, M. Heidegger, I. Kant, L. Wittgenstein, J. Habermas, M. Foucault, J. P. Sartre), e do mesmo modo no que refere à Maçonaria: de J. Anderson, S. Prichard, W. Preston, L. Dermott, Albert G. Mackey, Albert Pike, Robert F. Gould a Joseph F Newton, J. M. Ragon, D. Stevenson, entre outros. De imediato tem-se, aqui, uma recomendação sobre quais os autores que, se não são indispensáveis, foram lidos, consultados e citados pelo homenageado, o que por si mesmo é uma sugestão para que constem da biblioteca de todo aquele que se propuser a estudar e fundamentar as suas manifestações sobre a Maçonaria, independentemente do Rito praticado.

Mas no meio de tantos autores que de certo modo já eram esperados, o que mais chama a atenção é a habilidade com que o Irmão JJPM estabelecia o diálogo dos primeiros com outros tantos e das mais diversas áreas do conhecimento, a exemplo de I. Newton (físico e matemático, mas também ocultista), J. Piaget (psicólogo, epistemólogo), Carl G. Jung (psicoterapeuta), M. Eliade (cientista das religiões, mitólogo), I. Asimov (escritor), Humberto Eco (semiólogo, linguista), J. Campbell (mitólogo, estudioso de religiões comparadas), M. Gleiser (astrónomo e cientista), C. Lévi-Strauss (antropólogo, sociólogo), Jorge L. Borges (poeta, ensaísta) e mais. Aqui, mais duas importantes lições: a multidisciplinaridade e a transversalidade exigidas para a compreensão da Maçonaria, bem como a sua conexão com a realidade do quotidiano. Em complemento, não se observa nos seus textos, gratuitamente e sem fundamentação, longas e exageradas tessituras de loas à Maçonaria, mas antes, quando oportuno o reconhecimento, realizado a partir da lógica, da Maçonaria considerada como um produto do seu tempo e da História.

O que ora se pretende deixar claro, sem exaurir a matéria, é que a concepção vulgar da expressão “estudo”, ainda que admitida no âmbito das LS, não se coaduna com o ambiente das LEP. Decorre, destas considerações, que pela amplitude e profundidade exigidas, dificilmente uma LEP, e tampouco um pesquisador, conseguirão excelência, ser a referência em todas as matérias hoje constituídas como objectos de estudos no âmbito da Ordem, a exemplo de História geral (da Maçonaria), História nacional, regional, Ritos, simbolismo, gestão, Ritos comparados, Maçonaria & Sociedade, etc. E a solução já é amplamente conhecida desde a Academia e o Liceu: a formação de parcerias – para manter-se actualizado junto aos principais periódicos e outros veículos, a exemplos dos blogs (internacionais, nacionais, etc.), assegurar a troca e o compartilhamento de informações e bibliografia, promover debates internos, actuar colaborativamente nas actividades de campo, na colecta de dados, etc. Surpreende aos egressos da Academia, verificar que a maioria, quase a totalidade dos trabalhos maçónicos possui apenas uma autoria, sinal evidente do insulamento da actividade de estudo-pesquisa-relato que, por sua vez, não afasta, do olhar desde fora, a presunção da auto-suficiência do autor, o que então remete ao seguinte questionamento: qual a razão de alguns se organizarem enquanto LEP? A propósito, nem sempre é claro se o autor integra ou não uma LEP – questão que será explorada mais a fundo nas próximas edições. O que parece claro é que se alguns trabalhos contassem com mais recursos (hora-homem/pesquisa, diversidade bibliográfica, tempo para actividade de campo, massa crítica para análise e discussão, etc.), poderiam ter alcançado novos (superiores) níveis de qualidade no tange à profundidade e à extensão no que refere ao objecto estudado.

Por fim, o P, da pesquisa, em LEP, será abordado na próxima edição.

Ivan A. Pinheiro

M. M., Pesquisador Independente, e-mail: ivan.pinheiro@ufrgs.br. Porto Alegre-RS, 13.04.25. O autor não só agradece a leitura e as considerações do Irmão Lucas V. Dutra, Mestre Maçom do Quadro da ARLS Presidente Roosevelt, 75, Or. de São João da Boa Vista, jurisdicionada à GLESP – Psicólogo, Professor Doutor em Psicologia, Especializado em Maçonologia (UNINTER), e-mail: dutralucas@aol.com, como também reafirma a sua responsabilidade pelo conteúdo, erros e omissões remanescentes.

Notas

[1] Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA).

[2] Regime (Rito) Escocês Rectificado (RER).

[3] Assim como fez com os termos “progressismo” e “progressista”, já explorado em Pinheiro (2022).

[4] Alguns autores, a exemplo de Silva e Marques (2017), inclusive, referem à Maçonaria como “Escola de Conhecimentos”.

[5] Por exemplo, muitos trabalhos apresentados em resposta às Instruções: 1) correspondem à reprodução, com ligeira alteração na ordem das palavras, dos mesmos textos que compõem as próprias Instruções; 2) outros mais se assemelham às mixagens produzidas a partir de textos colhidos na Internet; e, 3) em ambos os casos, com raras excepções, trazem alguma reflexão crítica própria. E tudo isso frente aos olhos sempre atentos dos Vigilantes.

[6] Veículo de divulgação da LEP Universum, 147 – GLMERGS.

Referências bibliográficas

Artigos relacionados

Sugestões de Estudo