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Os instrumentos de trabalho do 2° grau

✍️ Desconhecido 📅 13/12/2022 👁️ 6 Leituras

trivium quadrivium instrumentos

Aquilo que, quiçá, caracteriza melhor cada grau na Maçonaria, são os seus Instrumentos de Trabalho, os quais são escolhidos de maneira a que sintetizem e expressem, emblematicamente, a essência do que se trata de ensinar ao estudante.

Estes Instrumentos de Trabalho podem ser estudados de duas maneiras principais, sendo que uma delas consiste em observar o uso que deles fazem os Maçons ou pedreiros operativos; a outra, em analisar os princípios filosóficos e fundamentais em que cada um se baseia. Desta forma, estaremos em condições de perceber a lição espiritual que cada um destes instrumentos encerra, assim como também, os meios materiais de expressar semelhante ensinamento espiritual na vida prática.

Não obstante, é necessário que tenhamos presente no nosso estudo Maçónico, que a Maçonaria é uma ciência progressiva e que os seus três graus consistem, ou melhor, constituem um todo ou conjunto. O mesmo se pode dizer dos Instrumentos de Trabalho cujos três grupos são progressivos, ainda que cada um siga lógica e essencialmente aos que lhe precederam, e o conjunto constitui um completo e íntegro complemento. Por conseguinte, creio que será proveitoso fazer uma comparação sucinta dos Instrumentos de Trabalho do Aprendiz com os de Companheiro, para compenetrarmo-nos da sua ordem de sucessão e da sua afinidade.

As diferenças existentes entre os Instrumentos de Trabalho do primeiro e do segundo graus são muitas e notáveis. Do ponto de vista operativo, o Aprendiz talhará a pedra bruta, dando o tamanho e a forma devidos, por meio do Malho e do Escopro. Realiza o seu trabalho na Cantaria (pedreira), onde prepara isoladamente as pedras, cuja medida se lhe dá obedecendo a um plano que ele ignora. Trabalha numa só pedra cada vez e não é necessário que saiba onde esta será colocada, nem qual a sua relação com as demais.

No entanto, quando chega ao grau de Companheiro, o seu trabalho toma novo aspecto e dá um importante avanço à sua arte. Não se há de esquecer que, embora ao Companheiro se entregou novos instrumentos com que trabalhar, estes não substituem os do primeiro grau, ao contrário, agregam-se a eles. Portanto, ainda conserva ele a Régua de 24 polegadas, o Malho e o Escopro, pois ainda resta trabalho para realizar com eles. Na realidade, se lhe diz que, embora até aqui não tenha se ocupado senão em dar forma a pedra bruta, agora terá de prepará-la melhor, suavizando e polindo as suas superfícies, cortando as molduras, e etc., afim de embelezar e dar elegância à estrutura, trabalho que se pode realizar integralmente com a Régua de 24 polegadas, o Malho e o Escopro. A relação disso com o problema da Individualidade, que constitui o ensinamento supremo do segundo grau tem grande importância e significado, por isso pensamos tratar mais tarde sobre este particular.

Os novos instrumentos que agora se agregam ao equipamento do Maçom são o Esquadro o Nível e o Prumo, símbolos que são os mais significativos da parte formal da Maçonaria, já que o Templo se erige sobre um fundamento à nível, traça-se com o Esquadro e levanta pedra por pedra, ajustando-as com o Prumo. Por isso parece apropriado que estes três instrumentos de Trabalho caracterizam o segundo grau, que é o central e que sejam as jóias móveis dos três principais Oficiais, cuja posição indica o seu valor supremo e o seu lugar único no íntegro esquema.

Excepto o Esquadro em que o Maçom emprega como a Régua de 24 polegadas em todas as etapas do seu trabalho, por ser indispensável a todos os graus de trabalhadores seja qual for a sua categoria, o Nível e o Prumo se utilizam unicamente na sede do Templo. É evidente que o Aprendiz não necessite do Nível nem do Prumo, instrumentos relacionados, para dar forma às pedras separadas da pedreira. Em troca, o Companheiro que trabalha no local em que se edifica, colocando pedra sobre pedra, não poderia levar a cabo a sua tarefa sem o Nível e o Prumo. Cada fileira deve estar nivelada cuidadosamente, e cada pedra deve ser colocada com perfeita verticalidade, posição que se comprova facilmente por meio do Prumo.

Considerado sob este ponto de vista, o trabalho do Aprendiz é individualista, uma vez que se dedica a preparar as pedras, isoladamente; enquanto que o do Companheiro é de associação, já que a sua tarefa consiste em colocar as pedras em perfeita relação mútua, e em procurar que o seu trabalho se ajuste correctamente com as outras partes do edifício que constroem para os demais Maçons. De modo que o levantamento de uma individualidade estável, fundamentada firmemente na força, é labor que inicia o Aprendiz no princípio da sua carreira, porém, que unicamente pode ser aperfeiçoada pelo Companheiro.

Os Instrumentos de Trabalho dos primeiros graus podem comparar-se de outro modo interessante. A Régua de 24 polegadas e o Esquadro, que são os primeiros do cada série, são instrumentos estáticos, isto é, que unicamente se utilizam quando permanecem parados, embora se tornem rígidos e imóveis quando se aplicada à obra, para que possam ser úteis.

No entanto, entre os outros dois de cada série, há um marcante contraste. Enquanto o Nível e o Prumo são instrumentos estáticos, o Malho e o Escopro são essencialmente dinâmicos. Estes dois últimos só são úteis, quando em movimento, pois, a não ser assim, teriam tanto valor para o Maçom como o talento enterrado na parábola bíblica. Empregam-se em cortar o material e separar os pedaços desnecessários. Por outra parte, o Nível e o Prumo não são úteis, quando se acham em estado de movimento e igualmente a Régua de 24 polegadas e o Esquadro hão de estar imóveis para que se possa comprovar a perfeição da obra, a qual variará tanto, até que se ajuste às regras dos mencionados instrumentos.

De modo que a força não é adquirida senão pelo movimento, pelo exercício da faculdade e pelo “infatigável esforço”, e assim mesmo, a Individualidade do Artífice se estabiliza, firma-se e torna-se serena, quando esta força obedece às leis da Natureza e da Ciência.

Se for considerado sob o ponto de vista da sua flexibilidade e adaptação, os Instrumentos de Trabalho do Aprendiz e do Companheiro levam-nos à descoberta de outro elemento de grande valor expressivo quanto ao problema da Individualidade. Em primeiro lugar, descobriremos novamente que existe certa semelhança entre os primeiros Instrumentos de Trabalho de cada grupo e que há radical diferença entre os restantes de cada grau. Assim que, a Régua de 24 polegadas e o Esquadro são fixos e invariáveis, e o nosso trabalho se há de ajustar a eles, uma vez que determinemos o número de unidades da Régua de 24 polegadas e o lugar onde devemos colocar os ângulos rectos ou esquadrias. Não se pode permitir nenhuma folga, pois que qualquer variação é um erro e uma divergência da verdade.

Esta mesma reflexão pode-se aplicar também ao Nível e ao Prumo, os quais se deve ajustar implicitamente, com escrupulosa fidelidade, para que o trabalho não fracasse. Não sobra lugar a eles para o exercício da individualidade, do temperamento e do gosto pessoal. Todo o desvio da obra planeada na base do Esquadro que tenda à separação, ou seja, a se separar da horizontal e da vertical, é errónea, porque estas variantes do projecto não são manifestações da verdadeira individualidade, mas impressões devidas à negligência ou obstinação. A individualidade não se alcança transgredindo a lei, nem se separando dos princípios fundamentais da Natureza e da Ciência, senão por meio de algo mais subtil e profundo. Longe de ser a verdadeira individualidade um conjunto de erros e imperfeições, consiste em obedecer às leis com escrupulosa fidelidade, ou melhor dito, a individualidade se vale das leis para atingir os seus propósitos, agindo como verdadeiro “Artífice” e realizando, outrossim, o milagre de ser única, integral e diferente de todos os demais indivíduos. Este é, indubitavelmente, o grande paradoxo da Individualidade, cuja solução se elucida no grau supremo.

Pois bem, se a verdadeira expressão da individualidade não se baseia na infracção da lei ou na aplicação defeituosa do Esquadro, do Nível e do Prumo, onde poderemos encontrá-la? Como a individualidade pertence, por excelência, ao segundo grau, parece lógico que encontraríamos a solução nos Instrumentos de Trabalho característicos deste grau; porém, não é assim. Mesmo sendo certo que a formação da individualidade é a obra suprema do Companheiro, deve-se ter em conta que são necessários nessa obra, os instrumentos do primeiro grau, assim como a Sabedoria do terceiro grau, se não quiserem sofrer graves riscos. Pois, quando se luta para achar a Individualidade e para consolidá-la, devem ser evitados os engodos do egoísmo, do orgulho e do “pecado da separação”, tendência separativa que costuma atribuir às elucubrações da mente, cujo desenvolvimento constitui a prerrogativa essencial do grau de Companheiro Maçom. Portanto, antes que o Companheiro se lance a estudar com verdadeira intensidade o problema da Individualidade, aconselhamos que seja elevado ao terceiro grau e aprenda como Mestre Maçom que até a mesma Individualidade deve ser transcendida e morta. É preciso que aprenda que a Individualidade não é um fim, mas um meio que conduz a uma meta mais elevada. Se ele se concentrasse no problema da Individualidade, carecendo desta sabedoria e considerasse que a formação desta é um fim, um lucro, um ganho suficiente, correria então o grande perigo de incorrer em erros que teriam como consequências estorvar o seu progresso ulterior na Ciência da Maçonaria.

Contra este perigo nos precavem os ensinamentos do segundo grau, quando nos ensina a importante lição do Serviço, posto que, se aprender e bem aplicar esta lição, o enorme poder da individualidade canalizar-se-á pelos caminhos do serviço altruísta, com o qual alcançará o seu desenvolvimento saudável e não mórbido.

Assim pois, uma vez que reconheceu que o perigo do egoísmo e da separatismo não se pode evitar, senão consagrando todas as faculdades adquiridas ao serviço altruísta, e uma vez que aprendeu que o milagre da individualidade não é um fim, mas o meio de nos valermos para alcançar um fim melhor, tratemos de descobrir a aparição da individualidade; porém, não na maneira de empregar os Instrumentos de Trabalho do segundo grau, mas no uso que faz dos últimos instrumentos do primeiro grau, conhecidos pelos nomes de Malho e Escopro; pois já dissemos que a individualidade do Maçom ou Artífice chega à sua fruição e expressão no gume ou fio do Escopro.

Como já foi dito, o Esquadro, o Nível e o Prumo não deixam margem para o pessoal ou individual, porque estes instrumentos são inflexíveis e invariáveis ao contrário, o Malho e o Escopro dão lugar a uma real variedade e uma flexibilidade infinitas. Não há dois trabalhadores que usem o gume do seu Escopro de idêntica maneira, assim como não há duas pessoas que falem ou escrevam exactamente igual. Na realidade, os Artífices se distinguem entre si pelo diferente uso do gume. Os trabalhadores da pedra ou Maçons operativos gravam as suas marcas com o gume do Escopro e nenhum homem pode fazer a marca do outro; a marca de cada homem é única, própria e eternamente distinta da marca de todo o outro homem.

Especulativamente, o gume do Escopro é a linha divisória entre o Eu e o não-Eu; a linha onde o trabalhador entra em contacto com a sua obra, em que o organismo se choca e reacciona contra o ambiente. Nesta linha é onde emerge a individualidade, porque o que constitui a coisa única de cada organismo individual é a forma em que é afectado pelo ambiente, o modo de reagir contra ele e de dominá-lo. Esta linha é o gume do Escopro.

Uma vez feitas estas considerações, passemos a examinar com maior minúcia a natureza intrínseca dos Instrumentos de Trabalho correspondentes ao segundo grau, e vejamos as lições ulteriores que podem ensinar ao Maçom.

Já vimos que enquanto o primeiro grau é primariamente moral, o segundo é mental em essência, uma vez que o seu objectivo consiste em expandir e desenvolver a mente, adaptando as suas múltiplas faculdades ao serviço da humanidade. Portanto, os Instrumentos de Trabalho do segundo grau devem ser de natureza mental, e isto é o que precisamente ocorre. Certo é que no primeiro grau apontam o começo do processo mental indicados por meio da Régua de 24 polegadas, porque as observações só se fazem empregando a Régua e reunindo desta forma os elementos materiais com que se há de realizar aquela. Entretanto, no segundo grau, a razão se encarna, especialmente, no símbolo do Esquadro, emblema em que se baseia toda a parte formal da Maçonaria.

O Esquadro é, sem dúvida alguma, o mais fundamental e simples dos símbolos do processo do raciocínio imaginados pelo homem, e por conseguinte as significações que se podem dar aos seus aspectos inumeráveis são infinitas. Pode ser concebido que a sua origem é o resultado de se observar a relação existente entre os objectos tão simples, como as linhas rectas. O homem primitivo que brinca com dois paus, chega a colocá-los algumas vezes em cruz, formando ângulos rectos, e, então, se dá conta de que esta posição é única e de que se diferencia de todas as demais, em que é sempre a mesma, de qualquer ponto em que contempla; isto é, que os quatro ângulos são iguais. Toda a geometria, toda a medição de formas e objectos, todos os processos da razão, se derivam da percepção desta única relação de quadratura. Pois que, os processos da razão são problemas da consciência, (de conhecer – sciens, em latim) e da Ciência. Daí que o Esquadro indique ao Maçom que o acto de conhecer ou Ciência é a medula da Maçonaria.

Se nos fixarmos novamente na Régua de 24 polegadas, que é o primeiro Instrumento de Trabalho do Maçom – cujo emprego, jamais se exaltará o suficiente, já que a sua lição consiste em observar ou medir – e a aplicamos à Natureza, ao nosso ambiente material, percebemos um vasto panorama de fenómenos no mundo que nos rodeia, e, à medida que continuamos observando o processo da Natureza, começaremos a notar, gradualmente, que existe ordem onde a princípio acreditávamos que fosse um ininteligível caos de acontecimentos. Esta ordem regular e metódica das coisas recebe o nome de Leis Naturais, entre as quais a da gravitação é a mais universal, fundamental e importante, uma vez que actua onde quer que exista matéria. As demais manifestações das Leis da Natureza vêm e vão de acordo com as circunstâncias, porém, sempre que exista matéria, estará presente a gravitação, pois é sabido que a matéria e a gravitação são inseparáveis.

Pois bem, o Prumo é o símbolo indubitável da gravidade, o mais típico dos que o homem idealizou para indicar as leis e os processos da Natureza, dos quais a gravitação é a mais importante.

E, por último, chegamos ao Nível que é uma combinação do Esquadro e do Prumo, da Ciência e da Natureza.

Desta forma se percebe claramente o significado dos Instrumentos de Trabalho correspondentes ao segundo grau da Maçonaria: o Esquadro aconselha ao Companheiro que pense, que empregue a razão; o Prumo diz-lhe que estude a Natureza e o Nível ensina-lhe a combinar a sua razão com as forças da Natureza. Toda a arte e toda a exposição raciocinada da civilização se descreve por meio desta simples e gráfica maneira. A mesma palavra “Man” – homem – se deriva do som sânscrito Manas que significa Mente, porque o homem é homem por ser inteligente e racional. A razão é a sua Divina prerrogativa e só por meio dela pode ele elevar-se a maiores alturas, onde todavia, esperam a sua manifestação mais maravilhosa e onde, quiçá, até a própria razão deve ser substituída por um processo ainda mais perfeito. Contudo, o Companheiro Maçom tem o dever supremo de cultivar a inteligência e a razão e valer-se delas. A isto unir-se-á a observação da Natureza, com vistas a unir as suas forças à inteligência do homem para chegar à finalidade suprema que tem ante si e que não é outra coisa que a construção do Templo Sagrado, isto é, para a realização desta grande obra, a Natureza procura a força e o homem aporta a inteligência directora daquela.

Em consequência, vemos que, assim como o Prumo representa a Natureza e a actuação das suas leis, e o Esquadro é o emblema do processo de consciência, do acto de conhecer ou Ciência, assim também os Mistérios Ocultos da Natureza e a Ciência a que se faz referência tão amiúde no Ritual do segundo grau, são simbolizados simplesmente por meio do primeiro e do terceiro dos Instrumentos de Trabalho do Grau, os quais se unem para formar o segundo – o Nível – cujo uso consiste em implantar as bases para edificar sobre eles a parte superior do edifício.

Concluindo, creio que seja proveitoso que recapitulemos sucintamente as lições que temos deduzido dos Instrumentos de Trabalho pertencentes ao Companheiro Maçom. Vimos primeiramente, que os Instrumentos de Trabalho do Aprendiz são utilizados na Cantaria, para trabalhar pedras isoladas, já que não corresponde a este grau a relação entre as pedras individuais. Ao contrário, o Companheiro faz uso dos seus instrumentos no lugar em que edifica, instrumentos que se adaptam especialmente para ajustar entre si as diferentes pedras com maior precisão, pelo que o trabalho do Companheiro é associativo.

Os instrumentos referentes ao segundo grau são, precisamente, as jóias moveis dos três Oficiais principais e as mais características, no que diz respeito à forma, de todos os símbolos da Maçonaria. Enquanto que o primeiro Instrumentos de Trabalho do Aprendiz é estático, por sê-lo de medida, e os outros dois são dinâmicos, todos os três instrumentos do Companheiro são estáticos. Dois instrumentos do primeiro grau são flexíveis e proporcionam um amplo campo para a variedade e expressão da individualidade, enquanto que os três do segundo grau são fatalmente impessoais, têm de ser obedecidos de modo implícito e não dão margem para o exercício da individualidade.

Portanto, as ferramentas responsáveis principalmente pela formação da sua individualidade são as do Companheiro e não as do Aprendiz. Para isto, não se servirá dos instrumentos do segundo grau, mas necessariamente das do primeiro grau. Com o gume do Escopro, o Companheiro encontra e expressa a sua individualidade, e escreve este sagrado nome que ninguém pode conhecer excepto quem o recebeu. Assim como o primeiro grau é moral, o segundo é mental e os seus Instrumentos de Trabalho tem a mesma característica. De maneira que, o Esquadro simboliza o princípio da razão; o Prumo a apreciação da lei mais fundamental da Natureza e o Nível a união dos dois para servir ao homem.

Assim que o ensinamento dos Instrumentos de Trabalho do segundo grau podem ser condensados em poucas palavras: Pensar, Observar e Trabalhar com a Natureza. Se o Artífice Maçom assim proceder, chegará um dia em que descobrirá que realizou o milagre da Individualidade no gume do Escopro, e então se dará conta de que no centro do seu ser individual existem a Sabedoria, a Força e a Beleza infinitas que, segundo o que foi dito no primeiro grau, residem também no GADU porque o Maçom deve saber que, assim como o GADU é o centro do seu universo, assim também, a sua reprodução é o nosso centro, o nosso Legislador interno e Imortal e dever-se-á dar conta, também, de que a nossa natureza se harmonizará com a do seu Criador.

Arthur Edward Powell

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