O que será amanhã, responda quem puder…

Os tempos mudaram; as formas de relacionamento interpessoal transformaram-se. A história assevera que o passado ficou no passado.
É preciso reinventar o caminho para não nos perdermos em atalhos de fácil acesso e em aparências efémeras. As fotos vão desbotar.
O mesmo ocorre com a Maçonaria que, ao longo de seus mais de oitocentos anos de existência — quando um grupo de operários-livres reinventou a arte de levantar paredes e a guardou sob segredo, transmitindo-a apenas aos acolhidos e aceitos — deixou de erguer muros para construir homens, com o desiderato maior de TORNAR FELIZ A HUMANIDADE.
Mas como? Inspirando-se nas mesmas ferramentas de outrora para talhar uma sociedade que avança a passos largos e céleres, em busca de conquistas cada vez mais imediatas e efémeras.
Não precisamos abandonar os valores forjados ao longo dos séculos, mas urge construir um diálogo inovador, convincente e verdadeiro, capaz de reter os jovens iniciados.
A realidade é que, em apenas seis décadas, a Maçonaria perdeu mais de dois terços do seu quadro activo e regular.
Em termos globais, nossa representatividade não alcança sequer 0,05% dos 8,2 bilhões de habitantes do planeta.
Temos um trabalho hercúleo pela frente.
Assim, meus Irmãos, VAMOS AO TRABALHO!
Que possamos servir de exemplo e motivação aos que batem à nossa porta, guardando a expectativa de contribuir com a Grande Obra:
Tornar feliz a humanidade!
Orlando de Oliveira Reis, M. I. – Loja Pedreiros da Liberdade nº 79 – Grande Loja de Santa Catarina – Brasil
