Arte Real

MAÇONARIA: RELIGIÃO OU SEITA?

✍️ noreply@blogger.com (TRABALHOS MAÇÔNICOS) 📅 12/05/2014 👁️ 4 Leituras


Inevitavelmente, toda e qualquer entidade ou fraternidade que preserva cerimônias secretas, é rodeada de questionamentos e intrigas, sendo um prato cheio para os amantes das Teorias da Conspiração. 

A Maçonaria, por ser a mais conhecida e atuante, pelo menos que o grande público saiba, é o principal alvo desses ataques.


Assassinatos, golpes de estado, manipulação de interesses políticos e mais uma série de teorias que compõem uma lista repleta de absurdos, e sim, algumas coisas que fazem sentido. O primeiro esclarecimento que tenho a fazer aos leigos é simples, e já derruba uma “carrada” de boatos sem pé nem cabeça:


A maçonaria não é religião, não é seita, e não tem o objetivo específico de cultuar algum deus ou qualquer entidade espiritual. Como muitos já sabem, em uma denominação curta e clara, é uma fraternidade com inspirações filosóficas que aceita toda e qualquer tipo de religião, exigindo em primeira instância que o aspirante acredite na existência de um Ser Superior, pois, mesmo que não haja uma cultuação ou discussão religiosa, os maçons inclinam-se espiritualmente para o Grande Arquiteto do Universo, que pode ser, para os islâmicos, Alá, ou para os cristãos e judeus, Javé.


É claro que este enunciado não explica todos os tabus da polêmica causada pelas Teorias da Conspiração, mas é fato que entre absurdas e palpáveis, essas proposições nunca foram provadas. E acrescento com um conselho que geralmente dou a meus amigos meio que maria-vai-com-as-outras alienados com o bombardeamento da mídia ou livros fictícios:


Se você não conhece e nem ao menos teve interesse de fazer uma pesquisa razoável sobre qualquer assunto, é mais sábio não estipular absurdos ou acusar “fulanos”. 

Entretanto, é inegável a excitação do ser pensante perante os mistérios com que ser depara, e devo ressaltar que é direito de todos a liberdade de opinião, mas deve-se cuidar para que nossas conclusões não afetem a liberdade de outros.



Escrito por Renivaldo Costa 

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