Arte Real

A MAÇONARIA É UMA CIÊNCIA

✍️ noreply@blogger.com (TRABALHOS MAÇÔNICOS) 📅 27/11/2018 👁️ 4 Leituras


Os Maçons podem enquadrar-se em duas categorias: aqueles que desejam instruir-se e entender a Arte Real, e os indiferentes.


Os Maçons que procuram, ao inverso, prontamente se apercebem de que há ensinamentos inerentes de uma causa. Analisam tudo que ouvem no âmbito da Loja; nas palavras ditas pelos irmãos no ritual que se executa diante deles, e logo chegam à conclusão que deve existir uma Ciência Maçônica, uma vez que existe uma ciência matemática, que usa a álgebra.


Se buscarmos o caminho da história, logo temos a certeza que os primeiros estudos maçônicos, foram criados na França por alquimistas, místicos cultores das ciências ocultas. E assim esses alquimistas e místicos introduziram na Maçonaria a Ciência Secreta, porquanto, detinham a tradição.


E os componentes dessa Ciência, nós encontramos na enumeração que se segue:


Nos Símbolos: Cifras e números simbólicos; Binário; Ternário e Quaternário


Nas Figuras: Triângulos; Estrela Flamígera e Painel da Loja.


Nas Lendas: Dos graus superiores.


Nos Utensílios: Malho; Cinzel; Régua; Esquadro; Compasso, etc.


Nas Palavras: Palavras de passe hebraicas e latinas; expressões na língua profana do iniciado.


Nos Sinais: Senhas e toques da cada grau.


Na decoração dos Templos; nas jóias e nas Flâmulas.


Na linguagem escrita com caracteres secretos segundo os graus, o conjunto enumerado, nos faz acreditar numa ciência particular. Este estudo confirma a iniciação aos legítimos mistérios da Arte Real.


Meus irmãos este conjunto é de fato Ciência Maçônica. Entretanto, os irmãos têm que caminhar bastante, a ciência maçônica depende de pesquisas, leituras de autores famosos e a capacidade extra de cada irmão para entender ou encontrar o caminho.



Todos os Irmãos estão à altura desta conquista.



Eis o que disse o Grande Mestre:


“O aprendiz será o grão que brota; o companheiro, a planta que floresce; o mestre, a planta que frutifica e cai, para gerar novas plantas, liberando a vida contida nos grãos”.


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